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sábado, 26 de março de 2016

Eu gostaria de ser criança a vida inteira, por Marilia Dis Savtos



Eu gostaria de ser criança a vida inteira, na minha inocência eu vivia feliz.
Sinto saudades desse chão do Alentejo, que também foi meu.
Sinto saudades, das noites estreladas, com milhares de estrelas, dos siros o NIMBO (nuvens), do vento agreste, que acoitava meu rosto.
Recordo o nascer do sol com o canto da passarada, o sol ardente que doirava as herdades, e os montes.
Tenho saudades, das lindas albufeiras, dos rios e regatos, que alagava a planície.
Gostava de ver as árv...ores a esvoaçar com as suas folhagens, multi-cores, amarelos, castanhos, dourados, vermelhos, cores lindas e quentes para a época. (não seria fácil a qualquer pintor reproduzi-las numa tela).

Às vezes, logo pela manhã, sinto -me tão cansada, de mim mesma, dos outros, que parece nada fazer sentido.

Sinto uma profunda saudade, da minha terra, da qual tive de partir para ganhar o meu pão, sinto uma nuvem de lágrimas, que inundam o meu rosto…

sábado, 10 de janeiro de 2015

Sinto falta da minha gente.... da minha terra.., por Marília Dis Savtos

Marilia Dis Savtos


Sinto falta da minha gente.... da minha terra..


Sinto falta, da minha terra, dos meus familiares (da minha mãe em especial) que me acompanharam em certas caminhadas da vida.
 
 
Todos de uma maneira ou de outra já tivemos momentos inglórios.
 
Sinto saudades das pessoas que me preenchiam ( ), nessas horas vazias e a sua ajuda foi de grande valia.

 
Nesses momentos em que me sentia tão pequena, como partícula em desagregação. 
Sinto saudades dos contos da minha avó e muitas outras memórias, que ainda povoam a minha imaginação (….).