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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Dos lamentos dos pastores, por Marília Dis Savtos

Dos lamentos dos pastores, fartos de trabalhar nestes dias solitários cinzentos e mornos, do crepuscular entre o ouro e o anil e o rubro e o violeta.
 
Desde tempos ancestrais, que os gados são a fonte rendimentos para estas gentes.
 
Este Alentejo das terras escuras, sulcadas e lavradas pelos arados sempre um pouco desidratados, pelo calor, do cair das folhas castanhas, brilhantes e vermelhas ao luar e dos Invernos difíceis de suportar...se cozinhar, para a "missadura" se preparar.
Na ribeira, os choupos e os eixos a esvoaçar, os agriões nos valados a ondular, as amoras negras, nos silvados., os cogumelos da terra a brotar.
 
Os pastores exaustos, de tanto trabalhar, para os fenos e as palhas e forragens guardar, nas medas, para as protegerem do inverno…
Dos lamentos dos pastores, fartos de trabalhar nestes dias solitários cinzentos e mornos, do crepuscular entre o ouro e o anil e o rubro e o violeta.
 
Desde tempos ancestrais, que os gados são a fonte rendimentos para estas gentes.
 
Este Alentejo das terras escuras, sulcadas e lavradas pelos arados sempre um pouco desidratados, pelo calor, do cair das folhas castanhas, brilhantes e vermelhas ao luar e dos invernos difíceis de suportar...

sábado, 10 de janeiro de 2015

Sinto falta da minha gente.... da minha terra.., por Marília Dis Savtos

Marilia Dis Savtos


Sinto falta da minha gente.... da minha terra..


Sinto falta, da minha terra, dos meus familiares (da minha mãe em especial) que me acompanharam em certas caminhadas da vida.
 
 
Todos de uma maneira ou de outra já tivemos momentos inglórios.
 
Sinto saudades das pessoas que me preenchiam ( ), nessas horas vazias e a sua ajuda foi de grande valia.

 
Nesses momentos em que me sentia tão pequena, como partícula em desagregação. 
Sinto saudades dos contos da minha avó e muitas outras memórias, que ainda povoam a minha imaginação (….).